Eu liberto meus pais do sentimento de que já falharam comigo.

Eu liberto meus filhos da necessidade de trazerem orgulho para mim; que possam escrever seus próprios caminhos de acordo com seus corações, que sussurram o tempo todo em seus ouvidos.

Eu liberto meu parceiro da obrigação de me completar. Não me falta nada, aprendo com todos os seres o tempo todo.




Sabe aquele discurso dos conservadores sobre não a “ideologia de gênero”, que está tão forte no Brasil? Então, saiba que este discurso conservador não é uma exclusividade do nosso país. Ele é apenas um nó de uma rede que atua na América Latina.
Esta onda conservadora e dos bons costumes da família tradicional é apresentado pelo documentário “Género Bajo Ataque” (Diretor - Jerónimo Centurión), que faz um alerta sobre a onda conservadora que atua na América Latina.


Percorri um longo caminho até aqui. Foram muitos erros, seguidos por acertos. Processos bem naturais quando se trata do "crescer" ou de "amadurecer". Não sou tão evoluído para algumas coisas, mas sinto que estou no caminho certo. Sei que meu problema está no "relacionamento", algo mais amplo, o que não fica limitado no campo afetivo. Situação que justifica nos meus dilemas, quase que diário, no qual são apresentados como "Coisas do Jaum" em algumas redes sociais.

Em 2018, quase fiquei no meio do caminho. Com uma grande ajuda, iniciei o #Projeto36. Queria que fossem seis tópicos, sendo uma alusão a Alice (No País das Maravilhas, uma das histórias que eu adoro). No livro, ela comenta que acredita em seis coisas impossíveis antes do café da manhã. A minha lista (que ainda não sei se está completa), tem 4 tópicos: Foda-se; Liberte-se; Ame-se; Permita-se. Todas com um sentido amplo e que formam a base para o #36. Por enquanto, parafraseando, "antes do café da manhã, eu sempre penso em 4 coisas impossíveis" (e que não são impossíveis).

Até agora, tenho que agradecer aos meus "Absolens", ou seja, a minha família e meus amigos. Eles tiveram uma grande participação no final de 2018, ano que mudou o meu pensamento e a forma de encarar o mundo. Por meio deles, eu pude vivenciar o quarto tópico... Liberte-se. Experiência única... E quero mais... Muito mais...

Depois de descer a montanha do “Foda-se”, nadar pelos rios do “Liberte-se”, trilhar pelo vale do “Ame-se” e entrar no “Permita-se”, eu realmente quero muito mais. E sei que em 2019, eu vou matar o "Jaguadart".

#36

Uma breve reflexão sobre o sistema político-econômico (socialismos, comunismo e capitalismo) e as perseguições aos homossexuais.




Em 2013, você percorreu o meu sonho (Um sonho para recordar).
Me inundou o meu espírito com esperança (otimismo).
Seu abraço... Ah, seu abraço... Como esquece-lo?
Gostaria que tudo aquilo fosse real.
E não foi... Era apenas um sonho.

Saiba que ainda choro ao lembrar de tudo aquilo que vivemos e não vivemos.
O mesmo choro que tive ao despertar do nosso encontro.
Reconheço que minha mente criou tudo isso, mas tenho a esperança de que possa ser real.
Sim! Creio nisso com toda a minha força, meu coração e minha alma.
Justamente, por aquele sentimento que você me despertou, e que carrego comigo...

Sonho ou não, real ou imaginário, eu me apaguei a você.
Apegar é muito superficial para descrever o que realmente sinto.
Não encontro palavras para descrever.
Sei apenas sentir...
Mesmo sem forma, sem rosto, sem um formato.
Livre de tudo e tão presente ao mesmo tempo.
Por anos procurei por você.

E recentemente, pude senti-lo naquele abraço.
Incialmente um pouco estabanado, assim como eu...
Mas foi aquele mesmo, aconchegante, caloroso e sufocante de esperança.
Naquele momento, senti que minha mente não estava mais flutuando por ai...
Estava fixa naquele tempo e espaço.
Minha alma foi inundada novamente...
Paz, serenidade, otimismo, força, confiança e aquela vontade devastadora de enfrentar a vida.
Foi exatamente como no nosso primeiro encontro.

Tudo tem um porém.
E num curto período de tempo ele chegou...
Assim como a água entre minhas mãos, você se foi.
Mesmo partindo, você está tão perto e ao mesmo tempo tão longe.
Reconheço que as areias do tempo são impetuosas e frias.
A cada grão que cai, aquela esperança é arrancada da minha essência.

Minha alma agoniza.
De grão em grão, ela se torna mais fria.
E isso me atormenta.
Minha alma grita...
E a mente quer extinguir você...
Já o meu coração...

Por isso, eu me pego me perguntando...
Era você realmente?
A resposta que sempre vem é... Eu não sei....
Talvez possa ser um equívoco causado pela esperança e ansiedade.
Mais do que ninguém, você sabe o quanto eu quero encontrá-lo.



Já tem algum tempo, em que participo de alguns grupos secretos do Facebook. Alguns com a temática homossexual. E um dia de bobeira, acabei me envolvendo em uma enquete... Pelo menos foi o que achei...
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Um dia de bobeira, sem nada para fazer acabei testando uma receita que vi na internet. Algo simples, rápido de fazer e muito gostoso. Bom para sair do ritmo do frango com batata doce ou daquele papo de marombado de academia.


Entender a homossexualidade e os sujeitos. Dois pontos que nortearam o primeiro passo para construção do meu Trabalho de Conclusão de Curso, “Os territórios do (a) homoerotismo/homossexualidade no município de Uberaba (MG)”, dentro da ciência geográfica. Com quase dois anos de muita leitura e pesquisa, cheguei ao final de uma etapa. Digo isso, pois concluí o projeto e ainda ficaram muitas inquietações. Perguntas, das quais avalio, que ainda necessitam ser respondidas.
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O modelo desta vez é o João-de-Barro, que é tido como passarinho trabalhador e inteligente. Este pássaro também tem o nome de João-Barreio (Rio Grande do Sul), Maria-Barreira (Bahia), Forneiro, Pedreiro, Oleiro, Hornero (Argentina) e Amassa-Barro.

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Estamos na primavera! A estação que é considerada a mais bonita do ano. Mas, para quem? Particularmente eu prefiro o inverno, se é que existe isso no Brasil!!!! Então, sem problematizar o assunto, a nova estação chegou trazendo a expectativa de chuvas para os próximos três meses na maior parte do Brasil. Não que esteja fazendo uma previsão... Li a pouco no Clima Tempo.